O espaço para estoque é um dos elementos mais valiosos de uma empresa. Cada centímetro é de extrema importância. Afinal, trata-se da capacidade de armazenar e movimentar mercadorias no dia a dia da operação, funcionando como um elemento estratégico essencial no dia a dia. No entanto, a má gestão desse ativo pode gerar sérias dores de cabeça para o seu negócio.

Essa má gestão inclui o pouco conhecimento sobre o armazém, falta de controle de entradas e saídas, ausência de regras para a estocagem das mercadorias e até mesmo pouco treinamento para os operadores.

Os problemas causados podem acontecer tanto no momento em que falta espaço para estoque quanto sobra. De um jeito ou de outro, a empresa está perdendo. Se mais itens que a capacidade, pode ser necessário alugar um armazém, por exemplo. Além disso, a empresa convive com entraves como filas de caminhões, desequilíbrio na oferta de produtos e custos extras.

Por outro lado, quando sobra espaço que não estava planejado, a empresa terá desperdício de um item valioso, como falamos anteriormente. Pode acontecer, por exemplo, que, em meio à falta de organização, os operadores não saibam onde existem espaços vagos, o que causa demora e outros problemas.

Como fazer a gestão do espaço para estoque?

Mas a boa notícia é que existem elementos que podem melhorar a gestão do espaço para estoque na sua empresa. Veja quais são!

Mapeamento do espaço do armazém

O primeiro passo para fazer uma gestão eficiente do espaço para estoque da sua empresa é mapear a área do armazém. Pode até parecer banal, mas essa é uma tarefa de extrema importância. Isso inclui pontos como: desenho completo de todas as ruas e prateleiras, o tamanho e tipo de cada uma delas, a capacidade de armazenamento e qualquer outro detalhe que possa ser importante na hora da armazenagem.

Mapeamento dos itens

Além de mapear todo o espaço do armazém, é fundamental também mapear todas as mercadorias que fazem parte do seu portfólio. Com isso, é necessário identificar também as características de todos esses itens e suas exigências de armazenamento. Esse detalhe fará toda a diferença no passo seguinte.

Definição de regras para o do uso do espaço

Depois de mapeado todo espaço do armazém e todas as suas características e dos itens, é hora de definir as regras de armazenamento. Na prática, isso significa organizar a forma como as mercadorias serão alocadas dentro do espaço de forma estratégica, otimizada, segura e que preserve a integridade dos itens. Esse processo vai definir regras como que os pontos de saída mais rápidos e que, portanto, receberão produtos com maior giro.

Treinamento dos colaboradores

Outro ponto crucial é o treinamento dos colaboradores. Sem isso, os dois primeiros elementos não vão funcionar. Depois de mapear o espaço e definir regras, capacite os colaboradores para atuarem dentro do formato que você desenhou para o seu armazém. Deixe claro a eles que seguir os processos ajudará a todos, pois evita prejuízo, retrabalho,  e perda de tempo, ou seja, otimiza a atuação deles dentro da empresa.

Uso dos dados para aprimorar a gestão do estoque

Todos esses itens podem ser constantemente aprimorados pela empresa. Para isso é necessário o uso de dados que são emitidos dentro do próprio armazém. O histórico de informações sobre nível de estoque, por exemplo, junto com prazo de validade dos itens, pode ajudar a aprimorar as regras de estocagem.

Auxílio da tecnologia

Para colocar tudo isso em prática, a tecnologia é primordial. Um sistema de WMS pode interligar todos esses itens, pois, por meio deles, ele faz o controle da movimentação das mercadorias dentro do armazém. Dentro da ferramenta é feito o cadastro de todo o espaço do estoque, os itens, as operações e as regras de estocagem. 

Dessa forma, o sistema indica de forma automática onde cada item deve ser armazenado, considerando os diversos fatores parametrizados, como os endereços, especificidades de cada item, validade e volume de giro. Com isso, o processo fica muito mais ágil e inteligente.

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