Na gestão da sua empresa, existem algumas regras muito claras sobre assuntos fiscais, contábeis ou trabalhistas. E isso não é determinado apenas por mera formalidade. É impossível imaginar a coleta de impostos sem os moldes que a definem hoje. Seria uma bagunça. Fomos ao extremos, sabemos, mas no seu estoque é a mesma situação. Sem regras para armazenagem, fica muito complicado manter uma organização e uma padronização que garanta eficiência.

Imagine a seguinte situação. Sem regras para armazenagem, seus operadores colocam os produtos nos espaços que estão vagos, tendo apenas esse critério para organizar o processo. Há lugar, guarda o material. Mas acontece que, dessa forma, uma série de situações podem acontecer. 

Uma delas é armazenar lado a lado produtos que não podem ficar próximos. No setor de alimentos, isso acontece também, mas é mais grave quando falamos de químicos, pois as consequências podem envolver explosões, incêndios ou simplesmente a perda de produtos. O prejuízo aqui é enorme, concorda? Além disso, sua empresa também pode sofrer com questões legais.

Mas vamos voltar aos alimentos. Alguns lugares do armazém ou mesmo formas de armazenagem podem ser prejudiciais a alguns produtos, o que também leva à perda de mercadoria, prejuízo financeiro e um desgaste grande na imagem com clientes e parceiros de negócio.

Outro detalhe é que sem regras, fica complicado fazer uma gestão clara e efetiva em relação à validade dos produtos, com alguns itens vencendo nas prateleiras enquanto outros mais novos saem rápido. Além disso, podemos falar da eficiência do processo, uma vez que a falta de organização faz os profissionais levarem um tempo muito maior para encontrar o que precisam ou tomar decisões sobre armazenagem.

Regras para armazenagem que podem ser criadas

Bom, então fica clara a importância de criar regras para armazenagem de produtos. Bom, mas de quais regras estamos falando, afinal? Vamos lá. São normas que garantem organização, segurança e eficiência para o processo. Confira alguns exemplos do que estamos falando.

Um exemplo é o de definir lugares específicos para armazenar cada produto, ou seja, determinar áreas do armazém que só vão receber alguns tipos de itens. Isso ajuda a evitar o que falamos anteriormente, sobre a possibilidade de alguns materiais deteriorarem outros ou causarem acidentes.

Outro exemplo diz respeito ao tipo de armazenagem para cada tipo de produto. Quantos podem ir em cada prateleira, quais paletes podem ser usados, enfim, todos os detalhes mais específicos da armazenagem. Essa medida também evita a perda de itens.

Mais um modelo de regra é o que determina que os produtos que chegam primeiro saem primeiro e os que chegam depois são enviados para frente depois. Dessa forma, é possível evitar que alguns itens fiquem muito tempo parados dentro do estoque.

Parecido com esse último, outra ideia de regra é estabelecer que os produtos de maior giro precisam ter um lugar privilegiado dentro do armazém, ficando perto da saída. Com isso, a empresa garante que eles saiam sempre com a agilidade necessária para atender os prazos dos clientes.

Esses são apenas alguns exemplos de regras que podem ser criadas dentro do armazém. Mas é necessário observar bem a realidade da sua operação, para entender se existem outras que podem ser criadas. E tudo isso pode contar com o apoio da tecnologia. Quer entender melhor como? Entre em contato com a gente. Nossos especialistas estão à disposição para ajudá-lo.

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